(Sinceramente, você não sente falta daquele tempo em que tirávamos fotos uma vez só, e que era para registrar uma ocasião e não para somente postar no Orkut?)
Confesso que sim,era bem mais engraçado,apesar de ser pouco fotogénica (não há milagres,eu sei),logo ficava sempre mal...Agora continuo a ficar mal mas apago-as...Hi!Isto não deveria ser possível...
Sempre tive esse pensamento q a praticidade das digitais banalisavam a beleza da fotografia, sou adepta das analogicas, q assim como os Opala's, são todas pomposas mas gaaastam pra carai! hum filme de 36 poses... se escolhia as melhores coisas para se fotografar, e a grande graça: Saber como ficou, ao redor da galera toda ir pegando a fotografia, rindo, mostrando...
“ eu tenho tantas mortes de perfil que por isso não morro, sou incapaz de fazê-lo ” Pablo neruda Eu não morrerei de uma vez só Estou morrendo do dia em que nasci, Em processo lento de morte Do dia em que fui posto neste mundo. Eu não morrerei de uma vez T enho sim uma agulha cravada no peito Q ue não faz sangrar normalmente M as onde é hemorragia contínua. N ão morrerei assim rápido, M orro diariamente C omo quem sorri C omo quem sente alguma alegria. Eu morro devagar, L ento, E ainda assim re nascendo diariamente. M orr erei como quem nasce D olorosamente. E vou espalhando meus pedaços P elos quatro cantos da cidade R uas e praças P ostes e barres E quem me vê andando Nada sabe da dor que falo. 25/02/2008 23:22
Seu nome era Ruan, mas nós o chamávamos de Ramon. Nos conhecemos na época do colégio. Ele tinha 15 anos e ficava com todas as meninas que queria, no bairro e das festas que nós íamos. Tocava guitarra em uma banda de punk rock e cantava também. Praticamente em cada festa, saía com uma garota diferente. Namorava uma garota da escola. Sempre uma diferente em cada ano. Mas teve uma com quem passou dois anos juntos. Falavam em casamento. Um dia terminaram. Fazíamos festas na casa dos amigos quando os pais raramente viajavam, Ramon sempre desaparecia, depois o víamos andando pela casa segurando a mão de uma garota. Ele nunca falava das coisas que acontecia, nunca se gabava, era somente algo natural nele, algo que gostava, algo que fazia. Nós sentávamos e conversávamos por horas como se o mundo nunca fosse acabar, como se nossas vidas nunca fossem parar um dia. Ramon andava de skate pela cidade, havia competido um tempo, ganhou um troféu e uma medalha. Escutava Punk rock e música ...
Comentários
E o papel!!!! E as fotos mal tiradas mas guardadas com carinho e graça. E o ritual: estará bem? Falhou? Veremos.
A espera.
E os albums...O colar as fotos. As legendas...
Agora? Tenho milhares de fotos de milhoes de coisas...No disco do PC...algures...
(nota: sem aquela de "antigamente é que era bom...)
hum filme de 36 poses... se escolhia as melhores coisas para se fotografar, e a grande graça: Saber como ficou, ao redor da galera toda ir pegando a fotografia, rindo, mostrando...